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sábado, 30 de março de 2013

OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA - PARTE 1





ORIGEM DO TERMO E HISTÓRIA

            A Educação Inclusiva, como o próprio nome diz, visa incluir na sociedade escolar todo tipo de perfil de aluno; sem exceção.  A partir desse pressuposto esse conceito de escola deve reconhecer as diferenças humanas como normais  e a aprendizagem centrada a partir das limitações e potencialidades do sujeito.  Hoje em dia na área educacional percebe-se a importância  desse perfil de aluno está integrado a sociedade escolar, uma vez que a escola é a porta de entrada para a inserção do individuo à sociedade.  Falar de educação inclusiva não é falar de alunos deficientes somente.  Todo o tipo de aspecto é avaliado nesse conceito educacional.  Infelizmente tudo o que se fala hoje em dia sobre educação inclusiva não passa de utopia, salvo algumas exceções.  O que vemos na realidade são escolas e professores mal preparados, que tem que fazer o impossível para poder tentar dar uma assistência pelo menos respeitosa ao aluno, passando por cima dos poucos ou nenhum recurso que a escola oferece.  Culpa do professor?  Culpa da escola? Para ambas as perguntas a resposta seria não.  Em pleno século XXI o nosso pais tem alcançado patamares mais altos em relação ao desenvolvimento, chegando até a ter “condições” de realizar uma Copa do Mundo, que é o evento mais importante do esporte.  Partindo dessa afirmação é impossível entender como o Brasil ainda é tão atrasado em relação a educação.  Perguntamos também, como seria possível tirar do mundo das idéias a questão da inclusão social e leva-las a se tornar algo material se nem ao menos temos uma reforma de base nas escolas onde se mantém os alunos ditos “normais” ou não possuidores de deficiência.  Afinal a reforma de base não fica apenas no âmbito escolar.  Para entendermos melhor essa questão postarei esse artigo que está dividido em quatro partes para se entender a atmosfera dessa questão social.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA , EDUCAÇÃO ESPECIAL E SUA DEFINIÇÃO

Bobo da corte

            É uma modalidade de ensino que visa todos os níveis e etapas tendo como meta o atendimento educacional especializado disponibilizando recursos para esse atendimento, orientando alunos e professores utilizados nas turmas comuns do ensino regular. Consiste também em tornar toda a sociedade em um lugar viável para convivência de todos os tipos de perfis, na realização de seus direitos, necessidade e potencialidades.

TIPOS DE DEFICIÊNCIAS

            PRÉ-NATAIS – ocorrem antes do nascimento, ou durante o período de gestação: problemas de ordem genética, exposição da mãe a raios-X, radioterapia e medicamentos sem orientação médica ou uso de drogas, ou até mesmo idade avançada da mãe entre outros.

        PERINATAIS – ocorrem durante o parto: anoxia, traumas cranianos, utilização de forcéps, problemas pulmonares que ocorrem durante a passagem do meio aquático para o gasoso etc...

            PÓS NATAIS – ocorrem após o nascimento.  Acidentes que provocam traumas envenenamento, infecções, utilização de medicamentos etc...

HISTÓRIA

 
Os gregos cultuavam o corpo perfeito

            Os primeiros períodos do histórico das deficiências ocorrem na idade antiga, onde essas pessoas eram marcadas pela exclusão, segregação, abandono e extermínio.  Na Grécia antiga onde o grego cultuava o corpo perfeito, as crianças que possuíam alguma deficiência eram sacrificadas ou deixadas nas montanhas as escondidas. 
            Durante a Idade Média (416 d.c. à 1453 d.c.)  as crianças deficientes eram vistas como resultados de magia negra e feitiçarias, mas com o avanço do Cristianismo cujo a base de pregação é o amor ao próximo esse valores foram se modificando com o passar do tempo.
            Já a partir do inicio da Idade Moderna (1453 d.c. à 1789) ainda havia um preconceito muito grande com relação a estes, pois por falta de conhecimento científico, as pessoas viam os deficientes como pessoas endemoniadas.  No século XVI o tratamento de deficientes era feito através de magia e astrologia. Mas esses paradigmas foram quebrados com o avanço da medicina. No século  XVII  já havia uma preocupação maior com a questão da deficiência, mas essas pessoas ainda viviam na segregação; habitando em conventos, asilos e hospitais psiquiátricos.

Bobo da corte por Velásquez

            A partir do século XVIII, houve um avanço mais significativo na área da medicina, onde passou-se a entender que as deficiências eram causadas por disfunções do organismo. Já no século XIX , associa a deficiência à incapacidade e necessidade de  dependência. A educação era vista como uma forma de cura.
No século XX, a segregação perde força dando lugar à integração.  A aprendizagem nos colégios passam a ganhar importância.  Nesse mesmo período são criadas instituições especializadas.  Nos anos 60 e 70, surgem movimentos a favor da desinstitucionalização. Com isso ocorrem encaminhamentos de jovens considerados mais aptos para as escolas regulares, classes especiais e salas de recursos, e esse período recebeu o nome de integração.  Já na década de 90 no Brasil, começaram as discussões em torno de um novo modelo de atendimento escolar denominado inclusão escolar.




segunda-feira, 18 de março de 2013

ODISSEU E A GUERRA DE TRÓIA



                                                                 Iconografia de Odisseu

Odisseu (Ulisses) foi um dos maiores heróis míticos da Antiguidade.  Rei da Ilha de Ítaca, Odisseu juntou-se a outros gregos na expedição contra a cidade de Tróia, com o objetivo de resgatar a bela Helena, raptada por um príncipe troiano.  Como os gregos não conseguiam, pelas armas, derrotar os troianos, Odisseu teve uma ideia para vencer o inimigo. Mandou fazer um cavalo enorme e convenceu aos troianos de que o cavalo era uma oferenda à deusa Atena e, se ele entrasse na cidade Tróia nunca cairia.  O cavalo era oco e nele se esconderam os soldados.  Quando anoiteceu, os soldados saíram do cavalo e atacaram a cidade.  Orgulhoso desse feito, Odisseu desafiou os deuses, afirmando que venceu a guerra sem ajuda deles. Ofendidos, os deuses o puniram criando muitos obstáculos de volta a cidade de Ítaca.  Punido por seu orgulho, Odisseu levou dez anos para voltar a sua terra natal, onde o esperavam sua esposa, Penélope, e seu filho.  A história de Odisseu foi contada em duas obras literárias atribuídas a Homero: A Ilíada, que narra a guerra de Tróia, e a Odisséia, que relata as aventuras do herói grego em sua viagem de volta à Grécia.

Cena final do filme A Odisséia

quinta-feira, 14 de março de 2013

O PAPA ARGENTINO

     Dizem que futebol, religião e politica não se discutem, mas é impossível. Com ascensão de um papa argentino fica impossível não fazer comparações com o futebol.  Hoje pela manhã deparei com uma noticia no jornal dizendo "Eles já tem o Messi, agora tem o Papa também" e outra: "o Papa é argentino, mas Deus é brasileiro" O site do jornal esportivo argentino OLÉ entrou com uma manchete " La mano de Dios", uma alusão ao gol de mão de Maradona na semifinal da copa de 1986 contra a Inglaterra, do qual a Argentina se sagrara campeã na rodada seguinte.


TURMA DA MONICA

SNOOP

CALVIN