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quarta-feira, 1 de maio de 2013

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO SOCIAL – PARTE 2







                No primeiro post, foi escrito sobre as dificuldades da escola em receber pessoas que apresentam algum tipo de deficiência e a história desses ao olhar da sociedade.  Nesse tópico será explicado sobre alguns tipos de deficiências existentes:
DEFICIÊNCIA VISUAL – É caracterizada pela cegueira ou baixa visão (entende-se por subnormal). A definição da cegueira adotada pela OMS afirma que o melhor olho deva ter acuidade menor ou igual a 0,05.  Já a visão subnormal é caracterizada pela perda de visão onde não é permitido o tratamento cirúrgico ou clinico através da aplicação de óculos.  De acordo com a OMS esse tipo de deficiência apresenta uma acuidade visual abaixo de 30%.
SURDOCEGUEIRA – Esse tipo de deficiência faz com que este se isole e tenha muita dificuldade de interação com outras pessoas. Hoje a surdocegueira é compreendida apenas de uma só deficiência (audição e visão). O individuo portador dessa deficiência necessita de afetividade, mediador e acompanhante.  Elas acabam também por ter um comportamento infantilizado devido a sua dependência.
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL – Antes era conhecida por deficiência mental.  As pessoas portadoras dessa deficiência têm como ponto negativo o seu funcionamento intelectual abaixo da média, dificultando assim o seu aprendizado. [...] funcionamento intelectual geral significantemente abaixo da média, oriundo de um período de desenvolvimento, concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade de responder adequadamente  às demandas da sociedade, nos seguintes aspectos: comunicação, cuidados pessoais, habilidades sociais, desempenho na família e comunidade, independência na locomoção, saúde e segurança, desempenho escolar, de lazer e trabalho. (AARM, 1992).  A limitação intelectual interfere de maneira abrupta na vida do individuo.  Vemos esse reflexo na aprendizagem, na execução de determinadas atividades da vida diária, na vida familiar e social etc... O aluno com DI exige do educando um trabalho mais sistematizado onde requer um período mais longo na construção do aprendizado.
TRANSTORNOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO (TGD)
                O transtorno global de desenvolvimento é muito difícil de diagnosticar rapidamente.  Depende muito do olhar do docente, já que caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos.  São muito diferente os transtornos que variam de um aspecto autista, psicose infantil, síndrome de Asperger, a síndrome de kanner e a síndrome de Rett
# Síndrome de Asperger é um transtorno do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por apresentar fala compreensível. A validade do diagnóstico de SA como condição distinta do autismo é incerta, tendo sido aprovada a sua eliminação do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais" (DSM), sendo fundida com o autismo.
# Sindrome de Kanner é um transtorno que tem o seu início na infância. É caracterizado pela presença de um desenvolvimento acentuadamente anormal ou prejudicado das interações sociais e da comunicação e de um repertório marcadamente restrito das atividades e interesses.
# Sindrome de Rett  é uma doença neurológica que afeta principalmente o sexo feminino (aproximadamente 1 em cada 10.000 a 15.000 meninas nascidas vivas), em todos os grupos étnicos.  Clinicamente é caracterizada pela perda progressiva das funções neurológicas e motoras após um período de desenvolvimento aparentemente normal, que vai de 6 a 18 meses de idade. Após esta idade, as habilidades adquiridas (como fala, capacidade de andar e uso intencional das mãos) são perdidas gradativamente e surgem as estereotipias manuais (movimentos repetitivos e involuntários das mãos), que é característica marcante da doença.


LIDANDO COM O TGD NA ESCOLA
                O incentivo ao convívio social deve ser a meta para vencer o TGD. Na escola o professor deve estabelecer rotinas em grupo para que essa inclusão se torne verdade.  O auxilio profissional necessário pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve ser solicitado. Apesar de ser uma utopia na grande maioria das escolas o AEE, é algo que facilita o trabalho desse alunado.  Identificar individualmente a potencialidade de cada aluno, investindo em sua autonomia e ganhando a confiança dessa criança.
SOBRE AS CRIANÇAS SUPERDOTADAS
                Esse tipo de criança se caracteriza pela individualidade e pelo desafio que rouba por muitas vezes a paciência do docente.  São alunos com grande facilidade no aprendizado e consegue dominar rapidamente os conceitos que lhes são passados em sala de aula.  Esse tipo de aluno costuma adquirir um interesse tão grande por uma determinada disciplina que acaba esquecendo-se das demais.  Muitos deles não gostam de trabalhar em grupo por não compreender o ritmo dos demais alunos, do qual ele acha ser um ritmo lento. 

Com tudo isso alguns cuidados devem ser tomados para que possamos atingir os dois extremos no alunado.  É claro que se torna um desafio para o professor, que geralmente costuma a dirigir uma turma com 30, 40 ou 50 alunos e ter que lidar as vezes com dois ou três alunos que possui alguma das características acima.  O contexto social também conta muito.  Como se diz, a educação vem de casa e o comportamento do aluno respinga na escola.  Dentro de uma classe podemos ter alunos cujos os pais vivem problemas na vida financeira, talvez sentimental, saúde etc...  As situações que uma família vive dentro de casa podem ser muitas e variadas.  Com tudo isso, é mais que normal que a criança acaba absorvendo a situação familiar do qual ela está inserida.  Existem crianças que passam por um drama de uma separação, um óbito na família, um período de doença de algum ente querido – e muitas dessas  vezes algumas crianças tendem-se a se isolar ou até mesmo tornar-se mais agressiva no seu relacionamento social.  Talvez você se pergunta: O professor tem que olhar para tudo isso?  Ele deve ser professor, pedagogo, psicólogo, terapeuta, padre, pastor, guia espiritual, melhor amigo, conselheiro mor... e isso com mais de um aluno? É obvio que não, porém você pode, de um ponto de vista mais humanista ajudar em algo mais.  É impossível ajudar vários alunos ao mesmo tempo, e ainda por cima falta incentivo ao professor ( o que torna quase uma utopia o meu artigo), mas podemos melhorar.  É como disse um grande homem que passou em Israel há muito séculos atrás: “Ame o próximo como a ti mesmo!” No próximo post trabalharemos melhor sobre a questão familiar escrita neste ultimo paragrafo e sobre superação nas deficiências físicas.

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