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MAIS QUE UM ROSTINHO LINDO NA MÍDIA: ERIKA SAWAJIRI
                                             
  
          Uma coisa devemos concordar:  O cinema asiático tem crescido de forma espetacular.  Aqui no ocidente as séries e filmes asiáticos tem ganhado muito espaço na midia, quer seja pela TV ou pela internet (esse segundo seria o maior veiculo de divulgação).  Entre tantos filmes, novelas (J-drama, K-drama e C-drama: Dramas Japoneses, Coreanos e Chineses repctivamente),  alguns atores se destacam e caem no gosto dos espectadores.  É o caso de Erika Sawajiri.  Muito bonita e carismática (nos doramas) ela pode ser considerada um fenomêno na mídia japonesa.

                                              

          Erika Sawajiri foi muito elogiada por sua performance em 1 Littoru ni Namida, que a revelou ao público e foi um grande sucesso, e talvez seja uma das atrizes jovens mais promissoras do Japão hoje em dia.

Se não fosse por um detalhe: ela tem uma reputação terrivel. Porque?! Primeiro, porque ela troca de namorado constantemente (algo bem escândaloso para o público japonês), ela já foi fotografada com dois 'namorados' em apenas duas semanas. Além disso, ela é acusada de ser dificil de se lidar, intimida atrizes mais jovens, é arrogante, etc... Alguns anos atrás, fotos dela com 15 anos na casa de um cara, bebendo vinho e fumando cigarros surgiram na imprensa. Podemos dizer que ela é a Brithney Spears oriental. Mas o fato dela ser uma ótima atriz fazem com que as propostas para ela estrelar filmes seja alta.  Ela parece ser do tipo do Bruno, Adriano e Wagner Love : Baladeira

                                          


    Mas deixando a vida pessoal dela de lado, podemos afirmar que ela é uma ótima atriz e que realmente poderia até estrelar algum filme aqui no ocidente algum dia.   Abaixo clipe dela do dorama Tayiou no Uta:



                   




                                 
          Apesar de ter sido produzida a uns cinco anos atrás a série 1 Litro de Lágrimas ainda prende muita gente.  Eu não a conhecia até um amigo me passar uma capa de DVD por e-mail. Então fiquei curioso e baixei essa série.  E posso dizer que é um dos melhores doramas que já vi, se  nao for o melhor.

Enredo
          Aya é uma menina de 15 anos, filha de uma família simples. O pai possui uma loja de tofu, a mãe, Shioka, é higienista e os três irmãos, Ako, Hiroki e Rika. Entretanto, a vida de Aya vai, aos poucos, mudando, ao perceber que tem levado tombos freqüentemente e anda de um modo estranho. A mãe, Shioka, pede para que Aya vá ao médico para ser examinada.
O médico informa que Aya tem degeneração espinocerebelar - uma doença que deteriora o cerebelo gradualmente até o ponto que a vítima não pode andar, falar, escrever, ou comer. A doença não afeta a mente nem a memória
A partir daí começa uma luta desesperada de sua família e amigos à procura de uma chance de cura para Aya.

                                                 

Origem
          Este drama foi baseado em uma história real de uma menina de 15 anos que sofreu desta doença incurável, contra a qual lutou até seus 25 anos.
A história foi baseada no diário de Aya Kitō (19 de Julho de 1962 - 23 de Maio de 1988). No diário ela relatava sua luta diária contra a doença.
O livro que surgiu mais tarde intitulado "1 Litro de Lágrimas" vendeu mais de 1,8 milhão de cópias no Japão inteiro.

                    

     Suas últimas palavras em seu diário foram: "O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais e mais".
Essa história torna-se mais comovente pelo simples fato de ser uma historia real, ela nos permite que possamos lançar um novo olhar para o nosso cotidiano e enxerguemos que, por mais que tenhamos problemas, existem pessoas que enfrentam dificuldades ainda maiores e nem por isso desistem.



 ABAIXO SEGUE O LINK PARA DOWNLOAD:

                                            




O PODER DA CRIATIVIDADE!!!!





























ANNIE LENNOX´

     

     Annie Lennox nasceu em 25 de Dezembro de 1954, em Aberdeen, na Escócia.  Filha única, Annie foi extremamente cuidada pelos pais e desde cedo mostrou pendão para as artes e ainda menina aprendeu a tocar piano, flauta, além de cantar em corais e estudar dança.  A jovem Annie era apaixonada pela música negra, especialmente os artistas da Montown, com Marvin Gaye, Stivie Wonder e The Supremes.
     Aos dezessete anos, resolvel se mudar para Londres e foi estudar na Royal Academy of Music.  Durante três anos ela estudou música erudita e sobrevivia fazendo pequenos serviços, como o de garçonete.  Annie confessa que foi muito infeliz nos estudos, abandonando a escola semanas antes dos exames finais, para desconsolo dos pais que sonhavam ver a filha famosa.


     Um de seu empregos nessa época foi trabalharem uma loja de discos, onde conheceu Stivie Tomlin, com quem teria uma amizade longa. Foi ai que Annie resolveu seguir a carreira musical, tendo a cantora canadense Joni Mitchel como grande Inspiração.  Assim ela se juntou ao grupo Dragon’s Playground e Red Brass.
     Ao lado da amiga Joy Dey, tentou montar uma dupla com o nome Stocking Tops, o que não deu muito certo.  Corria o ano de 1976, quando Annie resolveu arranja um emprego de garçonete para poder sobreviver, no Pippins Restaurant, em Hampstead.  Foi lá que iria conhecer Dave Stwart, seu futuro parceiro no Euthymics.

NO MORE I LOVE YOU'S 

WHY


FAZENDO HISTÓRIA COM UM VIOLÃO: DILERMANDO REIS



Violonista e compositor nascido em 22 de setembro de 1916 em Guaratinguetá, SP e falecido em 2 de janeiro de 1977, no Rio de Janeiro, RJ. Dilermando dos Santos Reis começou a estudar violão com o pai, o violonista Francisco Reis, que era funcionário público e tocava um violãozinho nas serestas da cidade. Dilermando tocava tudo de ouvido, e suas composições preferidas eram as do Canhoto.  Em 1931, aos 15 anos de idade, Dilermando já era conhecido como o melhor violonista de Guaratinguetá. Neste mesmo ano, assistindo a um concerto do violonista Levino da Conceição, que se apresentava na cidade, tornou-se seu aluno e seu acompanhador, seguindo-o em suas excursões. Levino da Conceição nasceu em Cuiabá em 12 de Novembro de 1895. Ficou cego aos 7 anos e começou aprender música aos 9 anos. Aos 12 anos já mostrava total domínio do violão, sendo capaz de improvisar e dominar todos os tons. Mudou-se para o Rio de Janeiro e foi estudar no Instituto Benjamim Constant. A partir de 1917 iniciou trabalho de ensino de música para cegos, tendo incentivado a criação de escolas para cegos no Amazonas, no Ceará, em Minas Gerais e na Paraíba. Em 1929, teve duas valsas gravadas por Augusto Calheiros. Foram elas, "Valsa da saudade" e "Saudades do Rio Grande", feito em parceria com Nelson Paixão. Em 1933 Dilermando chegou ao Rio de Janeiro, em companhia de Levino e segundo contou em depoimento ao MIS:
"Ao desembarcarmos na Central, tomamos o bonde com destino à Lapa à procura do violonista João Pernambuco" (amigo de Levino).
 João Pernambuco morou no casarão da Av. Mem de Sá, 81, onde funcionava uma república que abrigava, em sua maioria, músicos e jogadores de futebol. Lá João organizava animadas e concorridas rodas de choro que contavam com a participação de Donga, Pixinguinha, Patrício Teixeira, Rogério Guimarães e, ocasionalmente, Villa-Lobos. Passaram o resto do dia ( e a noite) com João Pernambuco, entre conversas e música. Em 1934, Levino a pretexto de ir a Campos, deixou pagos 15 dias de hotel para o jovem violonista e nunca mais voltou. Sozinho na cidade, Dilermando procurou auxílio com João Pernambuco, que o acolheu.


 Em fins da década de 30, envolveu-se num caso amoroso com Celeste, companheira de seu ex-professor Levino Conceição. O casal passou a residir na Rua Visconde de Niterói, próximo ao Morro de Mangueira. Viveram juntos por toda a vida. Um dos mais importantes violonistas brasileiros, atuou como instrumentista, professor de violão, compositor, arranjador, tendo deixado uma obra vultuosa, versátil, composta de guarânias, boleros, toadas, maxixes, sambas-canção e principalmente de valsas e choros. Iniciou sua vida profissional aos 18 anos de idade.
Segundo seu relato ao Jornal do Brasil:
 "Naquela época as lojas de instrumentos musicais mantinham professores de música que ajudavam a aumentar a clientela. Dei aulas numa loja na rua Buenos Aires, depois fui apresentado por um aluno ao dono da loja "Ao Bandolim de Ouro".
Em 1935, passou a lecionar na loja "A Guitarra de Prata". Por essa época, Dilermando começou a acompanhar calouros na Rádio Guanabara, trabalho esporádico e sem contrato. No intervalo de uma dessas apresentações, Dilermando como costumava fazer, solava uma valsa "Gota de lágrima", de Mozart Bicalho quando o radialista Renato Murce ouviu e gostou. Levou o violonista para a Rádio Transmissora e deu-lhe um programa de solos de violão, para experimentar o resultado. O programa foi um sucesso e iniciava-se neste momento uma carreira de violonista destinado à fama. Como já naquela época não era possível sobreviver apenas de solos de violão, continuou como acompanhador em regionais, como faziam todos os grandes violonistas da época (Garoto, Laurindo de Almeida, etc). Em 1940, transferiu-se pra a Rádio Clube do Brasil. Nesse mesmo ano, formou uma orquestra de violões (composta de 10 violonistas), à qual acredita-se que tenha sido uma das primeiras do gênero. Atuou com êxito na Rádio Clube e também Cassino da Urca.


Em 1941, gravou seu primeiro disco pela Colúmbia, onde constavam a valsa "Noite de lua" e o choro "Magoado", provavelmente o mais conhecido e mais executado de seus choros. Em 1944, fez um segundo disco também com composições suas. Em 1946, mais dois discos num dos quais registrou pela primeira vez músicas de outro compositor. Encerrou a década de 1940, com um total de nove discos gravados. A década de 50, representou a consolidação e grande avanço na carreira do artista. Em 1956, assinou contrato com a Rádio Nacional, com o programa "Sua majestade, o violão", nos primeiros anos apresentado por Oswaldo Sargentelli e posteriormente por César Ladeira. O programa tinha por prefixo a mazurca "Adelita", de Francisco Tárrega e se manteve no ar até 1969. Na década de 60, gravou vários LPs. Em 1960, lançou o disco "Melodias da Alvorada", em homenagem à nova capital, com arranjos e regência de Radamés Gnattali.


 De 1941 a 1962, lançou 34 discos de duas faces (68 músicas) em 78 rpm. Dentre essas, 43 de sua autoria. Com o início da era do LP, Dilermando passou a gravar perfazendo um total de 35 LPs gravados em sua carreira. Os LPs mostraram uma nova faceta do violonista: o acompanhamento de cantores com apenas um violão, que neste caso se caracterizava pela apresentação da canção, seguida de um solo de Dilermando, voltando ao acompanhamento para terminar. Nesse estilo de acompanhar, Dilermando esteve ao lado de José Mojica quando este veio ao Brasil e fez um total de sete LPs com o cantor Francisco Petrônio. Em 1970, Radamés Gnattali dedicou ao violonista o Concerto nº1, gravado nesse mesmo ano. Como professor, ensinou a grandes violonistas dentre os quais Darci Vilaverde e Bola Sete. Foi também professor de Maristela Kubitscheck, filha do presidente Juscelino, de quem foi grande amigo e parceiro de serenatas. Essa amizade, aliás, valeu a Dilermando a nomeação para um cargo público, o que muito lhe aliviou as dificuldades financeiras. Em 1972, gravou o LP "Dilermando Reis interpreta Pixinguinha", e em 1975 lançou "O violão brasileiro de Dilermando Reis" ambos pela Continental. Em alguns de seus LPs foi acompanhado pelos grandes violonistas Horondino Silva, o Dino Sete Cordas e em outros por Jaime Florence, o Meira. Além de sua vasta obra, Dilermando deixou inúmeros arranjos editados. Na década de 90, o violonista Genésio Nogueira iniciou uma coleção de LPs e CDs dedicados à obra do compositor. 

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